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Historial de Santa Eugénia
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José nogueira reis - Santa Eugénia, conserva um vasto conjunto de monumentos e sítios arqueológicos autênticos que preservam e perpetuam a memória ancestral de outras ocupações humanas com estádios de desenvolvimento cultural, social, económico e religiosos muito próprios dessas civilização em épocas distintas, em que o legado cultural por elas deixado, que o tempo e a modernidade não conseguiu apagar, faz a história da freguesia nos tempos mais longínquos, desde a Pré-história à Idade Média. Pela inegável importância cultural, turística e didáctica de tal património a Junta de Freguesia, nomeadamente sobre a orientação de José Nogueira dos Reis, vem desde Janeiro de 2002 a implementar uma série de acções no âmbito do estudo/investigação, da recuperação/restauro, da preservação e, finalmente, da divulgação e dinamização das estações e monumentos arqueológicos, tudo para o garante da memória histórica do passado que consubstancia a identidade cultural do povo no presente e, por conseguinte, no futuro. Monumentos e Sítios"Fonte de Mergulho""Lage do Concelho""Cruzeiro""Igreja Matriz""Capela do Cemitério""Capela de Santa Barbara""Casa Basonada""Casa Santos Melo""Centro Social"O monumento e o povoado durante a Pré-história

 

Património Arqueológico

 

 

Santa Eugénia, conserva um vasto conjunto de monumentos e sítios arqueológicos autênticos que preservam e perpetuam a memória ancestral de  outras ocupações humanas com estádios de desenvolvimento cultural, social, económico e religiosos muito próprios dessas civilização em épocas distintas, em que o legado cultural por elas deixado, que o tempo e a modernidade não conseguiu apagar,  faz a história da freguesia nos tempos mais longínquos, desde a Pré-história à Idade Média.

 
 
Um Pouco de «História acerca de Santa Eugénia e alguma «Lenda».

 A Origem da Povoação

A ocupação humana do território onde hoje é o lugar de Santa Eugénia,  remonta aos tempos da mais longínqua pré-história, conforme o mostram inúmeros achados arqueológicos  nas redondezas, que nos dão o testemunho de indústrias líticas (paleolíticas e neolíticas) implantadas na região.

Um dos centros arqueológicos da Freguesia, onde existem :  uma fonte Romana,«Fonte de Mergulho», a «Lage do Concelho», a «Igreja matriz», um «Cruzeiro», um «Chafariz» e«Casas Brasonadas», é o centro da aldeia.

Várias são as moedas romanas achadas em diversos locais das redondezas pertencentes actualmente ao concelho Alijó, encontraram-se algumas com legendas tais como "NERVS CLAVDIVS AVGVSTVS" ou ainda "VESPASIANVS AVGVSTVS", ambas referências a nomes de imperadores romanos do séc. I.

Outro centro arqueológico são as Grutas Rupestres, na freguesia de Carlão, limítrofe de Santa Eugénia..

A «Anta da Fonte Coberta», no lugar da Chã, a cerca de sete Km(7Km) daqui.

Uma «Via Romana», a oito/nove Km (8/9 Km), e outra a doze/trezeKm  (12/13Km).

A fundação da povoação de Santa Eugénia,  é atribuída aos Suevos, a fazer Fé na origem do seu culto,  é muito provável que tenha existido qualquer fortificação romana, a julgar pela abundância de vestígios nas imediações

Em relação ao topónimo "Santa Eugénia", existem lendas e mitos, mas, sabe-se cientificamente que é de origem Grega.

 

 

Pela inegável importância cultural, turística e didáctica de tal património a Junta de Freguesia, nomeadamente sobre a orientação de José Nogueira dos Reis, vem desde Janeiro de 2002 a implementar uma série de acções no âmbito do estudo/investigação, da recuperação/restauro, da preservação e, finalmente, da divulgação e dinamização das estações e monumentos arqueológicos, tudo para o garante da memória histórica do passado que consubstancia a identidade cultural do povo  no presente e, por conseguinte, no futuro.

 

 

Monumentos e Sítios

 

 

 

Fonte de Mergulho

Lage do Concelho

Cruzeiro

Igreja Matriz

Capela do Cemitério

Capela de Santa Barbara

Casa Brasonadada Família Malheiro".

Casa Santos Melo

Centro Social

"Fragas dos Mouros"

 

 

 

 

 

 

O monumento e o povoado durante a Pré-história

 

 

 

                                                                         

 

José Nogueira dos Reis - Rua da Barreira Nº12 - 5070/411 Santa Eugénia

<<     A HISTÓRIA de STªEugénia, por J.N.Reis - Falar de Santa Eugénia, é deixarmo-nos envolver por um certo transe, deslizando a tinta ao sabor daquilo que nos ocorre no pensamento, é sentirmo-nos num espaço tão ínfimo, mas tão grande, tão nobre, que todas as palavras que se possam utilizar, é apenas um pouco daquilo que sentimos desta maravilhosa terra.

e da 1ªGuerra>>                                                                                          

Falar de Santa Eugénia, é deixarmo-nos envolver por um certo transe, deslizando a tinta ao sabor daquilo que nos ocorre no pensamento, é sentirmo-nos num espaço tão ínfimo, mas tão grande, tão nobre, que todas as palavras que se possam utilizar, é apenas um pouco daquilo que sentimos desta maravilhosa terra.

Freguesia com profundas raízes históricas, materializadas no belíssimo património cultural e na memória colectiva das suas gentes.

São múltiplas as potencialidade turísticas: a beleza natural das suas serras, as aprazíveis paisagens, o rio «Tinhela», a gastronomia e o património arqueológico, construído, etnográfico e artístico, constituem a identidade natural e cultural desta belíssima aldeia.

Orgulhamo-nos pois de expor e tornar acessível a todos, através desta nova forma de comunicar, os traços gerais que caracterizam esta terra «Transmontana». Quem nos visita pela primeira vez, dificilmente escapa ao desejo de visitar novamente este lugar deslumbrante.

Autor : José Nogueira dos Reis

 

 

 

 

 

 

Introdução

Falar de Santa Eugénia, é deixarmo-nos envolver por um certo transe, deslizando a tinta ao sabor daquilo que nos ocorre no pensamento, é sentirmo-nos num espaço tão ínfimo, mas tão grande, tão nobre, que todas as palavras que se possam utilizar, é apenas um pouco daquilo que sentimos desta maravilhosa terra.

Freguesia com profundas raízes históricas, materializadas no belíssimo património cultural e na memória colectiva das suas gentes.

São múltiplas as potencialidade turísticas: a beleza natural das suas serras, as aprazíveis paisagens, o rio «Tinhela», a gastronomia e o património arqueológico, construído, etnográfico e artístico, constituem a identidade natural e cultural desta belíssima aldeia.

Orgulhamo-nos pois de expor e tornar acessível a todos, através desta nova forma de comunicar, os traços gerais que caracterizam esta terra «Transmontana». Quem nos visita pela primeira vez, dificilmente escapa ao desejo de visitar novamente este lugar deslumbrante.

Autor : José Nogueira dos Reis

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Agradecimento

 

 

Agradeço a Deus, a meus pais, a toda a população de Santa Eugénia, a mim próprio e a meus filhos, tudo o que sou, fui e serei.

Não posso deixar de aqui fazer referência a um verso que escutei numa desgarrada ao «desafio» - O meu avô foi a semente e a minha avó foi a terra.

Historial

Historial de Santa Eugénia:

1- Historial : Santa Eugénia, situa-se a cerca de 15km. de uma das saídas da I.P.4-Pópulo.

Tem a área Aproximada de: 779 ha

As Freguesias limítrofes são: A Norte- Pegarinhos; A Sul- Carlão; A Este- Candedo(esta do concelho de Murça); A Oeste- Casas da Serra (lugar da freguesia de Carlão)

Orago: Santa Eugénia

Topónimo: Eugénia, de origem grega, significa Bem Vinda, Bem Aparecida, de Boa Linhagem

Os Primeiros Povos remontam ao período Megalitico; Comprova-o o facto de nas redondezas existirem ainda Pinturas Rupestres, Dolmens e Antas; aqui segundo se conta uma pintura Rupestre foi destruída aquando da busca de Volfrâmio (contou-mo variadissímas vezes, Francisco Henrique, Francisco Henrique Novo e Artur Coelho dos Reis. Prova-o também o seu culto de origem sueva.Da época Romana existe, em pleno estado de conservação, uma «Fonte de Mergulho», aqui denominada «Fonte de Baixo».

Marca de tempos remotos, estão, bem patentes, na «Lage do Concelho»

  Lage do Concelho

Concelho -  substantivo masculino.

Significa : Circunscrição administrativa;

Subdivisão de Distrito;

  Município.

Latim conciliu.

Significa Assembleia.

É precisamente da acepção Latina, que esta «Lage do Concelho», herdou o nome. Era o local onde os «vizinhos»(antigo nome dado aos habitantes bons), se reuniam em assembleia, quer para eleger os seus dignos representantes junto de entidades hierarquicamente superiores(exemplo: Nos órgãos concelhios), quer para resolver problemas respeitantes a si próprios e/ou à localidade. Servia também de «Tribunal Moral», isto é:

Ali eram publicamente denunciados os maus actos e seus praticantes. O malfeitor, ou se emendava, ou era simplesmente arredado do mais simples convívio com os vizinhos.

Por sorte do destino, tinha esta «Lage do Concelho» uma outra função. Era precisamente o local de marcação limite, da altitude máxima permitida pelo Marquês de Pombal, para autorização de «benefício».

Esta mesma «Lage do Concelho», situa-se precisamente (no inicio?, no fim?)num dos extremos da rua Marquês de Pombal. Coincidência ou propósito desta estranha relação, entre a «Lage do Concelho»(um pouco abaixo dos 500 metros de altitude) e a rua «Marquês» de Pombal (autor da marcação da mais antiga região demarcada), com toda a modéstia, não o sei. Acho apenas uma coincidência demasiado coincidente.

Vou, para um melhor entendimento deste sítio, fazer uma retrospectiva histórica, de uma forma suscinta;

Pelouro D.João I, por carta Régia de 13 de Junho de 1391, descreve as grandes tropelias que as eleições para os concelhos provocavam Grandes Sayoarias e rogos, através das quais só se criavam grandes ódios entre os «vizinhos».

Na dita carta Régia determinava-se o 1º recenseamento eleitoral que Portugal teve. Nele se mandava que os oficiais do governo fizessem «róis».(...) o nome era escrito num papel separado e metido numa bola de cera, chamada pelouro daí o nome dos actuais pelouros das vareações eram estes, por sua vez, metidos numas caixas a que hoje damos o nome de urnas e então se chamavam «capelos».

Mas as queixas de fraudes eleitorais continuaram, pois, tem-se conhecimento de que esse problema foi posto também nas cortes de Évora de 1451.Outras dificuldades atravessou o processo de eleição dos «edis», e não menor foi a de em certos concelhos haver tantos indivíduos com privilégios religiosos ou dados pelo rei, que por eles se esquivavam os cargos para que eram eleitos. Estou absolutamente convencido, de que estas fraudes e problemas, sempre se mantiveram, mas, também, a necessidade dos «vizinhos» de beneficiar de um executivo local, que compreende os problemas da terra e dos homens do respectivo concelho.

Então, os caciques, ontem como hoje, procuram eternizar-se no poder. Uma das formas mais antigas de o fazer, era e é, amedrontar os mais necessitados. Para tal, é absolutamente necessário, exercer algum modo de pressão e/ou controle. A fórmula aqui encontrada (e não só aqui), era dar-lhe uma aparência «séria», fazendo eleições para escolha «livre ?», pelo menos na aparência, mas de dedo no ar!!!. Porque assim, as pessoas de condição social inferior, com medo de represálias futuras, elegiam     quem os mais privilegiados queriam. Essas eleições, eram realizadas na LAGE DO CONCELHO .

 

 

Celebridades

 

 

Figuras Ilustres, pré-25/4/1974: José Cunha Cardoso ( Delegado de Saúde de Benguela), Homem de elevada filantropia, contribuiu para prolongar a vida de muitos habitantes desta freguesia.

Manuel José Guerra Santos Melo, responsável por: Luz eléctrica; Água Pública; Casa do Povo; Reparação da Capela de Santa Barbara, Igreja Matriz, Cemitério, Escolas. Para além da água ser explorada numa sua propriedade, ainda hoje, quando existe escassez de água, a sua família põe uma torneira de água a correr para toda a povoação.

Pós 25/4/1974:

António Alves Martinho, Deputado na Assembleia da República, em dois mandatos consecutivos. Grande defensor do «Douro» e principalmente dos durienses. Conhecedor das dificuldades destas terras, nunca se escusou a esforços, quer na defesa da melhoria das condições sócio-económicas, quer na defesa dos seus mais elementares direitos. Enquanto deputado na Assembleia da República, fez várias visitas de trabalho à Casa do Douro, bateu-se galhardamente pela sua recuperação económica e pela recuperação da linha de orientação da sua origem, que era a defesa intransigente dos lavradores do douro, seus associados. Foi sempre defensor de uma forte representatividade dos pequenos e médios produtores do douro, nas instituições oficiais, e/ou representantes da «região».Na continuidade desta orientação de defesa, que sua Exª, o senhor Doutor Martinho perfilhou, fez parte da Direcção da Adega Cooperativa de Alijó.

Uma das suas paixões - ou não fosse ele uma figura de elevadíssima vontade de igualdade de oportunidades, melhoria do factor social, acesso de todos à educação e à saúde - era o associativismo, como forma aglutinadora do reunir das gentes, do reflectir, do ensinar, do aprender, do divertimento sadio, do desenvolvimento harmonioso da pessoa humana e da maturidade democrática adquirida na mais pura convivência. Assim sendo, pode dizer-se sem receio de qualquer espécie de inverdade, que a ele se deve, a sede do «Grupo Desportivo Cultural e Recreativo de Santa Eugénia. Obra que orgulha todos os concidadãos desta terra, da qual ele foi co-fundador e Presidente vários anos .            

Manuel Adérito Figueira, Vareador do Pelouro de Obras na Câmara Municipal de Alijó. Dotado de uma capacidade de trabalho em prol do bem público, fora do comum, defensor da cultura popular, suas tradições e festas, respeitador dos seus mitos e ritos, a ele se deve, entre muitas outras coisas, a continuidade da «NOSSA FESTA». Foi também Presidente da Assembleia Geral do Grupo Desportivo.

Sem prejuízo das outras terras, tem contribuído enquanto Vareador do Pelouro das Obras da C.M. de Alijó, para o desenvolvimento do património edificado e do bem estar dos habitantes desta freguesia. A ele se deve em grande parte a continuidade da existência do Centro Social.     

Elias Martins Eiras, Presidente da Junta de Freguesia. É uma pessoa que eu, José Nogueira dos Reis, particularmente admiro. Tem uma capacidade inata para a resolução de problemas, uma perspicácia enorme para o social e uma rara vontade de servir os seus concidadãos. Começou ainda muito novo  a «Apertar o Próprio Cinto», isto é: Por necessidade e por seu próprio ser, ganhou para ele próprio desde a mais tenra idade. Ainda não devia ter 18 anos quando imigrou para França. Aqui teve a oportunidade de conhecer outras gentes e outras culturas. Sendo um homem com uma abertura e predisposição para aprender, a variedade de cargos, situações de trabalho, contacto com várias culturas, e, um Q.I. que considero acima da média, deram lhe , melhor, proporcionaram-lhe uma aquisição de competências, que se fossem certificadas estariam muito acima do que ele próprio imagina.  

José Nogueira dos Reis, figura de elevada filantropia,  contribuiu fortemente para o desenvolvimento cultural das gentes desta freguesia desde os jovens, aos adultos homem de um só caracter, de um só ser, fosse qual fosse a fase da vida por que estivesse a passar. Foi fundador e co fundador de todas as associações culturais, de solidariedade, associativas, desportivas e/ou recreativas. Refundou o teatro, deu educação a adultos, foi promotor cultural, fundador ( nesta freguesia ) do partido socialista, tendo contudo, sempre presente o desenvolvimento, independência e afirmação destas gentes. Homem de uma simplicidade fora do comum, aparecia e desaparecia, quase sem se dar por ele!!. Pessoa sempre pronta a compartilhar o seu conhecimento, nunca se esquivou a dar uma boa e útil informação, a procurar ele próprio informar-se para informar. Fruto do seu avanço, quer para a época, quer em relação aos seus conterrâneos, trilhou caminhos amargos, que só a ele prejudicaram, mas, que lhe serviram de ensinamento para segurar a queda de outros. Julgo mesmo, que o seu maior inimigo, foi o seu avanço. Para se saber um pouco mais de este«SENHOR», VISITEN-SE OS SEUS SITES:

http://nogueirareis.tripod.com; http://nogueirareis.tripod.com/alijo; http://nogueirareis.tripod.com/santaeugenia; http://reis19.tripod.com; http://reis19.tripod.com/jnr; http://reis19.tripod.com/rnj;http://reis19.tripod.com/reis19; http://jose727.tripod.com;http://hipyreis.tripod.com; http://josereis.planetaclix.pt;http://josereis.planetaclix.pt/reis;http://josereis.planetaclix.pt/1.html;http://josereis.planetaclix.pt/2.html; http://josereis.planetaclix.pt/3.html; http://josereis.planetacix.pt/4.html; http://josereis.planetaclix.pt/5.html; http://josereis.planetaclix.pt/Pessoal; http://josereis.planetaclix.pt/J.N.Reis.html; http://rjn.planetaclix.pt/index.html; http://rjn.planetaclix.pt/1.html; http://HipyReis.tripod.com/TituloPessoal; http://jose727.tripod.com/TituloPessoal; http://juntafreguesia.tripod.com; http://santaeugenia.tripod.com.

 

Não posso deixar passar a oportunidade de aqui fazer referência a uma família, composta por: dois irmãos, duas irmãs,sem esquecer aqueles que foram sua origem, ou seja seus pais.

São eles, José dos Santos Varela, sua esposa Dona Alice vilela e seus filhos.

José dos Santos Varela, é para mim uma figura única e ímpar.Nascido há quase um século, teve o amor e inteligência suficientes para mandar Formar os seus quatro(4)filhos legítimos.Estes, por sua vez, prestaram a melhor vassalagem possível aos seus amados pais; como?Sendo todos detentores de uma cultura e Q.I.muito acima da média, e, tão ou mais digno do que isso, sendo todos possuidores de um espirito de solidariedade pouco comum, nos tempos que decorrem.As filhas,Dona Teresa e Dona Ester -  ambas professoras primárias, são inovadoras na forma de ensinar as crianças, deixando para trás tempos de outras «Donas».Foram mesmo pioneiras de uma forma de ensinar(e eu fui seu aluno)justa, profissional e mesmo democrática.Parabéns.Pessoalmente, sempre que os meus professores de ciclo ou licéu, me diziam:Bem aventurado o seu professor(a)da Escoa primária, ou parabéns ao professor(a)que teve na primária, eu respondia:Grato estou à minha professora de Admissão;Prabéns, dou, por tudo quanto me ensinou e por nunca se esquivar ao trabalho de me preparar, quer para o ensino, que para a vida, à Exmª Dona Ester Varela, minha professora de Admissão, que julgo ter aprendido com ela em quatro meses, mais que muitos com outros professores, em quatro anos.

Conheci «Professores», que faziam «bons alunos», daqueles que já iam ensinados, aos outros, nem cartão he passavam.Agora estas Senhoras com S grande, nunca se pouparam a esforços para ensinarem todos os alunos, de acordo com as necessidades de aprendizagem de cada um.

Os filhos, o mais velho - Carlos dos Santos Varela - é um grande empresário, que após encontrar o esterlato que ele próprio e com muito sacrificio soube criar, não esqueceu as suas raízes, vindo investir na sua terra natal, dando-nos autênticos conselhos/lições sob a melhor forma de tirar proveito das terras,enveredando ao mesmo tempo pela constante busca de qualidade.Considero a sua empresa agrícola -Casa Agrícola de Santa Eugénia - uma universidade aberta a toda a região,onde o binómio tradição e inovação, faz reinado.Exemplos destes, mais do que segui-los, devemos apoia-los.Nesta ainda curta história da sua empresa agrícola, já teve o reconhecimento público da qualidade dos seus vinhos, quer "Vinho do Porto", que "V.Q.P.R.D.", ganhando várias medalhas de ouro e de prata.O caminho para a qualidade, inicia-se logo na escolha do terreno, prosseguindo depois pela melhor exposição da cultura, escolha criteriosa das melhores castas,da altitude aconselhada para produção do mosto pretendido(Porto, Espumoso ou V.Q.P.R.D.),acompanhamento permanente do evoluir da cultura(grau de maturação,teor de açucar,capacidade fermentativa,et.),combate de doenças/pragas, até à escolha da rolha e do vasilhame.

O mais novo -José Manuel Vilela Varela - professor de Filosofia,é uma autêntica «enciclopédia», mas,quase permanentemente aberta e ao dispor do Povo.É vê-lo irradiando a maior das felicidades, sempre que se apercebe que está a contribuir para o avanço destas gentes. Devemos afirmar, antes que nos esqueçamos, que ele trava essa profiláxia há  muitos e longos anos.´Há sem duvida pessoas - embora raras -que nascem não sei com que bichicho, que só lhes puxa para fazerem bem. Julgo poder até dizer, que isso é a sua maior felicidade.Eu nunca me cansaria de ouvir, cada conversa com ele equivale a muitas horas de estudos/experiências, com a vantagem de não acontecerem erróneas interpretações ou detorpados conhecimentos que o nevoeiro da minha ignorância pode ocultar.Cada «discussão» com ele, é uma viagem à terra do conhecimento, sem medo do «Pecado original».

2- População

Habitantes-511

  Residentes-HM-410-H-191,( com mais de 18 anos);

Eleitores inscritos : 480 ( compreendidos entre os n.º 3 e 711) ;

Famílias-191

Alojamentos-223

Edificios-215

No reinado de D.Sancho II, Santa Eugénia, fazia parte do concelho de Alijó;

Em 1258, nas Inquisições de D.Afonso III, Aparece no concelho de Murça.

Em 1269, D.Afonso III, ao confirmar o foral de seu irmão, dado a Alijó, ainda inclui de forma condicional, Santa Eugénia no concelho de Alijó.

A verdade é que no recenseamento de 1530, (reinado de D.João III), Aparece no concelho de Murça.Só regressou a Alijó com a reforma administrativa de 1853.

População e sua distribuição por sexos

Actualmente, StªEugénia, tem cerca de 520 habitantes, dos quais 410 são nela residentes; Assim distribuídos por sexo: Homens- 191 ;

Mulheres- 219

  População existente em 1801

Em 1801, segundo consulta efectuada na Biblioteca Municipal de Vila-Real, já existiam 618 habitantes em 118 edifícios, dos quais, 265 eram do sexo feminino.

Em 1849, existiam 417 habitantes em 140 fogos(edifícios, melhor, famílias).

Desenvolvimento Económico

O Sector Primário, é o mais importante. Produção de vinho do porto, moscatel, consumo, vinho Espumoso e Azeite.Tem aprox.uma área de 600ha com autorização de beneficio; a industria de transformação de azeitona, também tem significado. A «Casa Agrícola», empresa agrícola, dedicada à produção, transformação e comercio, é a maior produtora de riqueza, oferta de mão de obra e desenvolvimento técnico. Pela sua capacidade de inovação, predisposição para a ciência, sucesso e novas práticas adaptadas ao tradicional, é um caso a ter em conta, um exemplo a seguir, e, julgo que deveria ser divulgada e apoiada pelas instituições com responsabilidades governamentais, apresentando-a como «modelo» de práticas a seguir;Estou convencido de que é com medidas assim, mostrando e aconselhando o que há de bom, que esta região se desenvolve. A «Casa Agrícola», está sediada no Largo da Fonte, com o telf.: 259646174.

Casais agrícolas de maior dimensão, e, consequentemente, de maior utilização de mão de obra: Casal «Santos Melo», casal «Malheiro», «Casa agrícola», «Reconco», «Herdeiros de Dr.Ernesto Morais ou Dona Maria da Hora Teixeira de Carvalho».

Desenvolvimento e Turismo

O turismo, só está a dar os primeiros passos na região duriense. É uma certeza o seu sucesso futuro. Este «atraso», teve inconvenientes  e  benefícios. Os inconvenientes reflectem-se  ao nível da consequente menor riqueza adquirida, duma menor rede de infra-estruturas hoteleiras, viárias, de comunicação, etc.

Os benefícios, reflectem-se na «virgindade» das suas terras, paisagens, costumes, etc. Pode hoje investir-se no turismo de uma forma mais consciente, sem, como aconteceu em tantos sítios, destruir tudo à sua volta, desde o ambiente ao ar, desde as paisagens à água.

Contudo, aqui em StªEugénia, o turismo, especialmente o Turismo Rural, é já uma realidade.   

Acção Social

A cargo da Associação Social Cultural e Recreativa, com sede na rua da Veiga.

Turismo

Café Areias; Café Grande Ponto; Turismo Rural Reconco. O admirador e apreciador do que de melhor tem este lugar paradisíaco, que  pretender pernoitar em StªEugénia, apreciar devidamente os seus manjares, saborear as suas delicias, confraternizar nas suas festas, deixar-se envolver pelos seus famosos «néctares», conhecer por dentro as suas lendas, mitos e tradições, sentir na alma a força dos seus costumes, pode fazê-lo na quinta do Reconco, onde o espera um atendimento simples mas personalizado,  podendo usufruir das suas instalações, que comportam uma suite, cinco quartos, uma sala de refeições, uma sala de estar, uma sala de bilhar, uma piscina, um court de ténis, aquecimento central e televisão em todos os quartos. Neste local, podem ser apreciados todos os pratos típicos e regionais, degustados os petiscos destas paragens, saboreados os seus bolos, toda a sua rica doçaria, a enorme variedade do seu «fumeiro». Tudo isto pode ser acompanhado dos melhores vinhos, vendo directamente quer as vinhas que os produzem, quer o efectuar dos granjeios, quer, se for época disso, a sua laboração.

Nos cafés referidos anteriormente, pode também apreciar toda a espécie de bebidas, divertir-se com os tradicionais jogos transmontanos-durienses, no mais fraterno sadio e alegre convívio.      

 

Desporto, Recreio e Lazer

Desporto -  outrora, fruto de uma intensa actividade, com enorme orgulho e palmarés, encontra-se hoje, porém, sem qualquer actividade, e, diria mesmo votado ao abandono . Apesar de no corrente ano e já de algum tempo a esta parte, não haver prática de nenhum desporto em Santa Eugénia, já existiram no passado algumas modalidades nesta Freguesia, a saber: Futebol de onze com o Grupo Desportivo, Cultural e Recreativo a figurar durante algum tempo na tabela da 2ª Divisão Regional Zona Norte. Futebol de 5 com organização de vários torneios maioritariamente para os jovens e durante o verão, com várias participações de algumas equipas em competições organizadas em Alijó, no Pavilhão Gimnodesportivo, e, por último Atletismo onde chegaram a existir na Freguesia vários atletas que, apesar de não pertencerem ou estarem filiados em clube algum, tiveram várias participações em algumas provas Distritais e Regionais, sem no entanto obterem grandes resultados.

Assim, não havendo nos dias de hoje, nenhum desporto  na Freguesia, existem no entanto os equipamentos que podem possibilitar a prática de alguns. Esses equipamentos são. UM(1) campo de futebol pelado mas com os respectivos balneários; um(1) polidesportivo a céu aberto que foi cedido ao Grupo Desportivo pela Junta de Freguesia; por fim, a sede desta mesma colectividade G.D.C.R.- que apesar de não estar equipada convenientemente para actividades desportivas, pode por ser bastante ampla,  possibilitar a prática de vários desportos, para além de já possuir mesas de Ténis de mesa e Bilhares.

Quero acrescentar, que o desporto, principalmente o futebol, era um factor de enorme orgulho destas gentes. É vê-los, com um exuberante brilho nos olhos, quanto relatam feitos e resultados de outrora.

Com que alegria nos narram, que foram Campeões sem derrotas do I.N.A .T.E.L. distrital. Julgo que o futebol, é um factor de fixação dos nativos desta aldeia, e, não entendo como foi possível o seu enterro (não consigo apelida-lo de outro nome).

Eu, José Nogueira dos Reis, fui co - fundador do «Centro Cultural e Recreativo» e co-fundador do actual «Grupo Desportivo Cultural e Recreativo»,Director desportivo atleta, sou natural e residente,   sei o sentir e o sofrer desta gente, pelo «enterro»(não posso apelidá-lo de outra coisa), do seu(deles e meu)querido e distrainte futebol. Pouco têm, os residentes desta aldeia, que lhe permita passar com o mínimo de alegria, os feriados e Domingos. Se não forem à «bola», só se forem emborrachar-se!!!

Não lhe destruam o pouco que têm, e, não abalem o seu orgulho. Por favor, dêem-lhe mais, não lhe extorquem o escasso que possuem. Contribuam para que eles se fixem no local onde nasceram, não provoquem a sua «Emigração», principalmente, se esta se escrever com E !!!

Nunca se esqueçam que cada emigrante é uma luz que se apaga na iluminação criadora de riqueza do seu país.     

.

 

Recreio -  É bastante intenso, quer praticado neste próprio local, quer procurado noutras paragens; esta gente trabalhadora, é também votada ao divertimento e ao «bom viver».

Lazer -  Sendo as férias uma preciosidade rara, só ao alcance de uns poucos,  não obstante o seu merecimento, é aos «Fins-de semana», que se torna mais acentuado, procurando essencialmente piscinas e rios, essencialmente no período de verão.

Tradições

Provérbios, cantares, cultos, lendas, etc. com tradição em todo o «Douro» e «Trás-os-Montes», têm também aqui forte tradição e significado.

Lendas

  Específica de StªEugénia Esta aldeia, tem um «Topónimo», e,  uma «Padroeira», distinta do topónimo, porquê?

Reza a lenda, que o topónimo, deriva do grego:

Santa Eugénia

Escrito Em Castelhano porque foi no Bairro de Madrid(Santa Eugenia) que soube a origem do topónimo. É uma homenagem!!
EUGENIA

EugeneioV, eugeneia (eugéneios, eugéneia) es un adjetivo griego del que derivan los nombres de Eugenio y Eugenia, y significa bien nacido, bien nacida, de buen linaje, de buena índole, noble. Fue en griego y sigue siendo en sus traducciones, uno de los mejores elogios que se suelen hacer de una persona. Con él se expresan las cualidades innatas, las que forman parte de la naturaleza de cada uno, aquellas con las que ha nacido. El prefijo eu (eu) significa "bien", y geneioV (géneios) geneia (géneia) significa "engendrado, engendrada"; con lo que el significado primitivo de este nombre es "bien engendrada". Se utilizó mucho, no sólo en el griego clásico, sino también en la coiné como sobrenombre elogioso, designando especialmente la nobleza de espíritu, y de ahí pasó a convertirse en nombre propio cuya fuerza y belleza seduce a cuantos conocen su significado.

Santa Eugenia mártir de los primeros tiempos de la Iglesia. Su culto estuvo muy extendido desde los primeros siglos. La patrística cita el dístico que desde el siglo IV figuraba en la iglesia de san Avito: Eugeniae dudum toto celebérrima mundo / fama fuit, dum dat Christi pro nómine vita. (La fama de Eugenia fue célebre en todo el mundo porque dio la vida por el nombre de Cristo.) Con ser tan grande su celebridad, son escasos los datos biográficos que de ella se conservan. Cuenta la tradición que era Eugenia hija de Felipe, el prefecto de Alejandría que luego fue obispo de esta ciudad y sufrió el martirio. Cuenta asimismo que los santos Proto y Jacinto, que también sufrieron martirio, eran esclavos suyos. Fue ella misma quien les transmitió la fe en Cristo. También ella sufrió persecución y fue sometida a suplicio y muerte detrás de sus esclavos.

Las Eugenias celebran su onomástica el 11 de septiembre; pueden optar también por celebrarla el 3 de enero, en que se conmemora el martirio de santa Eugenia de África; o el 26 de marzo, conmemoración del martirio de santa Eugenia de Córdoba (Marmolejo), víctima de la persecución sarracena el año 923. En cuanto a la forma masculina de este nombre, ha sido también sumamente apreciada: dieciocho santos, entre ellos cuatro papas, lo llevaron. Se llamaron también Eugenio un emperador romano, siete reyes de Escocia y varios príncipes de casas europeas. Pero nadie como la emperatriz Eugenia dio lustre a este nombre. Nació en Granada (1826) y murió en Madrid en 1920. Vivió casi un siglo. Fue emperatriz de los franceses. Su apoyo al proyecto del canal de Suez fue decisivo.

Es el de Eugenia un nombre lleno de fuerza, que emana de su propio significado. Los nombres, como creían nuestros antepasados, tienen cada uno su propia virtud, y actúan como un talismán. El de Eugenia sabemos en qué dirección actúa: empuja a quienes lo llevan a ser coherentes con su nombre y a cultivar la nobleza de espíritu, la magnanimidad, la confianza en las propias fuerzas y toda la virtud que emana del mismo nombre; fuerza y virtud que han ido incrementando cada una de las grandes mujeres que lo han llevado. Por ello las Eugenias pueden legítimamente sentirse orgullosas de su nombre y llevarlo como salvaguarda de la nobleza de espíritu que con él pregonan. ¡Felicidades!

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E a Padroeira, de uma «Lenda»!!??

Diz-se , que «Santa Barbara», Padroeira desta freguesia, costumava ser,  injusta, brutalmente, e, mesmo «brutamente», castigada por seu pai; de tal forma que uma certa vez, ele se  dirigiu para a filha, com  o determinado propósito de a partir ao meio com um «machado». Deus, acudindo em defesa de StªBarbara, no momento preciso em que o pai de «Barbara», ia a desferir o mortal golpe, enviou um raio de trovão.«Barbara, apercebendo-se do acontecido, pediu a Deus que lhe perdoasse. Então, o raio, apenas desfez o machado em mil pedaços, poupando o «carrasco».A partir daí, «Barbara», passou a santa, e, foi-lhe facultado o poder sobre as trovoadas. Devido a tal facto, as gentes deste local, entregaram o seu coração a «Eugénia», dando-lhe o nome da sua morada; a sua protecção, a «Barbara», que segundo eles, ainda hoje os vigia e protege do alto do monte com o seu nome (Cabeço de Santa Barbara).

Artesanato

Outrora muito diversificado,restam, contudo, as seguintes artes:

  Cestaria(Mestre,  senhor João Eiras); Tamancos ( Mestre, senhor José de Jesus Baptista) ;  Material utilizado: Pau de Amieiro e Castanho.

Brinquedos Tradicionais: A «Carroça»

 

Autor

José Nogueira dos Reis

 


Falar de Santa Eugénia, é deixarmo-nos envolver por um certo transe, deslizando a tinta ao sabor daquilo que nos ocorre no pensamento, é sentirmo-nos num espaço tão ínfimo, mas tão grande, tão nobre, que todas as palavras que se possam utilizar, é apenas um pouco daquilo que sentimos desta maravilhosa terra.

Freguesia com profundas raízes históricas, materializadas no belíssimo património cultural e na memória colectiva das suas gentes.

São múltiplas as potencialidade turísticas: a beleza natural das suas serras, as aprazíveis paisagens, o rio «Tinhela», a gastronomia e o património arqueológico, construído, etnográfico e artístico, constituem a identidade natural e cultural desta belíssima aldeia.

Orgulhamo-nos pois de expor e tornar acessível a todos, através desta nova forma de comunicar, os traços gerais que caracterizam esta terra «Transmontana». Quem nos visita pela primeira vez, dificilmente escapa ao desejo de visitar novamente este lugar deslumbrante.

F oi por volta do século III  a.C. que o fenómeno da romanização se fez sentir no ocidente peninsular, atraídos pelas riquezas  naturais. O actual território nacional foi  ocupado depois de sangrentas lutas travadas com os povos indígenas (tribos celtas pertencentes à grande família dos lusitanos).

 

A   permanência romana não foi inócua nem desguarnecida de sentido de oportunidade. Assim, por questões militares (defesa) e económicas, organizavam política e administrativamente todo o espaço físico conquistado e sob o seu domínio, por forma a haver um melhor controlo do território ocupado. Contudo a consolidação das políticas colonizadoras passavam também pela estratégia de criação de infra-estruturas que assegurassem toda a operacionalidade de circulação de mercadorias, pessoas, exércitos, ideias, etc..

 

A sua presença deixou, embora de modo desigual, marcas materiais bem visíveis em todo o país . É neste campo que a freguesia de Santa Eugénia mostra vestígios de uma ocupação peculiar

 

 

Autor : José Nogueira dos Reis

 

 

 

Património Arqueológico

 

 

Santa Eugénia, conserva um vasto conjunto de monumentos e sítios arqueológicos autênticos que preservam e perpetuam a memória ancestral de  outras ocupações humanas com estádios de desenvolvimento cultural, social, económico e religiosos muito próprios dessas civilização em épocas distintas, em que o legado cultural por elas deixado, que o tempo e a modernidade não conseguiu apagar,  faz a história da freguesia nos tempos mais longínquos, desde a Pré-história à Idade Média.

 
 
Um Pouco de «História acerca de Santa Eugénia e alguma «Lenda».

 A Origem da Povoação

A ocupação humana do território onde hoje é o lugar de Santa Eugénia,  remonta aos tempos da mais longínqua pré-história, conforme o mostram inúmeros achados arqueológicos  nas redondezas, que nos dão o testemunho de indústrias líticas (paleolíticas e neolíticas) implantadas na região.

Um dos centros arqueológicos da Freguesia, onde existem :  uma fonte Romana,«Fonte de Mergulho», a «Lage do Concelho», a «Igreja matriz», um «Cruzeiro», um «Chafariz» e«Casas Brasonadas», é o centro da aldeia.

Várias são as moedas romanas achadas em diversos locais das redondezas pertencentes actualmente ao concelho Alijó, encontraram-se algumas com legendas tais como "NERVS CLAVDIVS AVGVSTVS" ou ainda "VESPASIANVS AVGVSTVS", ambas referências a nomes de imperadores romanos do séc. I.

Outro centro arqueológico são as Grutas Rupestres, na freguesia de Carlão, limítrofe de Santa Eugénia..

A «Anta da Fonte Coberta», no lugar da Chã, a cerca de sete Km(7Km) daqui.

Uma «Via Romana», a oito/nove Km (8/9 Km), e outra a doze/trezeKm  (12/13Km).

A fundação da povoação de Santa Eugénia,  é atribuída aos Suevos, a fazer Fé na origem do seu culto,  é muito provável que tenha existido qualquer fortificação romana, a julgar pela abundância de vestígios nas imediações

Em relação ao topónimo "Santa Eugénia", existem lendas e mitos, mas, sabe-se cientificamente que é de origem Grega.

 

Pela inegável importância cultural, turística e didáctica de tal património a Junta de Freguesia, nomeadamente sobre a orientação de José Nogueira dos Reis, vem desde Janeiro de 2002 a implementar uma série de acções no âmbito do estudo/investigação, da recuperação/restauro, da preservação e, finalmente, da divulgação e dinamização das estações e monumentos arqueológicos, tudo para o garante da memória histórica do passado que consubstancia a identidade cultural do povo  no presente e, por conseguinte, no futuro.

 

 

  Agradecimento

 

 

Agradeço a Deus, a meus pais, a toda a população de Santa Eugénia, a mim próprio e a meus filhos, tudo o que sou, fui e serei.

Não posso deixar de aqui fazer referência a um verso que escutei numa desgarrada ao «desafio» - O meu avô foi a semente e a minha avó foi a terra.

Historial

Historial de Santa Eugénia:

1- Historial : Santa Eugénia, situa-se a cerca de 15km. de uma das saídas da I.P.4-Pópulo.

Tem a área Aproximada de: 779 ha

As Freguesias limítrofes são: A Norte- Pegarinhos; A Sul- Carlão; A Este- Candedo(esta do concelho de Murça); A Oeste- Casas da Serra (lugar da freguesia de Carlão)

Orago: Santa Eugénia

Topónimo:Eugénia, de origem grega, significa Bem Vinda, Bem Aparecida, de Boa Linhagem

Os Primeiros Povos remontam ao período Megalitico;Comprova-o o facto de nas redondezas existirem ainda Pinturas Rupestres, Dolmens e Antas; aqui segundo se conta uma pintura Rupestre foi destruída aquando da busca de Volfrâmio (contou-mo variadissímas vezes, Francisco Henrique, Francisco Henrique Novo e Artur Coelho dos Reis. Prova-o também o seu culto de origem sueva.Da época Romana existe, em pleno estado de conservação, uma «Fonte de Mergulho», aqui denominada «Fonte de Baixo».

Marca de tempos remotos, estão, bem patentes, na «Lage do Concelho»

  Lage do Concelho

Concelho -  substantivo masculino.

Significa : Circunscrição administrativa;

Subdivisão de Distrito;

  Município.

Latim conciliu.

Significa Assembleia.

É precisamente da acepção Latina, que esta «Lage do Concelho», herdou o nome. Era o local onde os «vizinhos»(antigo nome dado aos habitantes bons), se reuniam em assembleia, quer para eleger os seus dignos representantes junto de entidades hierarquicamente superiores(exemplo: Nos órgãos concelhios), quer para resolver problemas respeitantes a si próprios e/ou à localidade. Servia também de «Tribunal Moral», isto é:

Ali eram publicamente denunciados os maus actos e seus praticantes. O malfeitor, ou se emendava, ou era simplesmente arredado do mais simples convívio com os vizinhos.

Por sorte do destino, tinha esta «Lage do Concelho» uma outra função. Era precisamente o local de marcação limite, da altitude máxima permitida pelo Marquês de Pombal, para autorização de «benefício».

Esta mesma «Lage do Concelho», situa-se precisamente (no inicio?, no fim?)num dos extremos da rua Marquês de Pombal. Coincidência ou propósito desta estranha relação, entre a «Lage do Concelho»(um pouco abaixo dos 500 metros de altitude) e a rua «Marquês» de Pombal (autor da marcação da mais antiga região demarcada), com toda a modéstia, não o sei. Acho apenas uma coincidência demasiado coincidente.

Vou, para um melhor entendimento deste sítio, fazer uma retrospectiva histórica, de uma forma suscinta;

Pelouro D.João I, por carta Régia de 13 de Junho de 1391, descreve as grandes tropelias que as eleições para os concelhos provocavam Grandes Sayoarias e rogos, através das quais só se criavam grandes ódios entre os «vizinhos».

Na dita carta Régia determinava-se o 1º recenseamento eleitoral que Portugal teve. Nele se mandava que os oficiais do governo fizessem «róis».(...) o nome era escrito num papel separado e metido numa bola de cera, chamada pelouro daí o nome dos actuais pelouros das vareações eram estes, por sua vez, metidos numas caixas a que hoje damos o nome de urnas e então se chamavam «capelos».

Mas as queixas de fraudes eleitorais continuaram, pois, tem-se conhecimento de que esse problema foi posto também nas cortes de Évora de 1451.Outras dificuldades atravessou o processo de eleição dos «edis», e não menor foi a de em certos concelhos haver tantos indivíduos com privilégios religiosos ou dados pelo rei, que por eles se esquivavam os cargos para que eram eleitos. Estou absolutamente convencido, de que estas fraudes e problemas, sempre se mantiveram, mas, também, a necessidade dos «vizinhos» de beneficiar de um executivo local, que compreende os problemas da terra e dos homens do respectivo concelho.

Então, os caciques, ontem como hoje, procuram eternizar-se no poder. Uma das formas mais antigas de o fazer, era e é, amedrontar os mais necessitados. Para tal, é absolutamente necessário, exercer algum modo de pressão e/ou controle. A fórmula aqui encontrada (e não só aqui), era dar-lhe uma aparência «séria», fazendo eleições para escolha «livre ?», pelo menos na aparência, mas de dedo no ar!!!. Porque assim, as pessoas de condição social inferior, com medo de represálias futuras, elegiam     quem os mais privilegiados queriam. Essas eleições, eram realizadas na LAGE DO CONCELHO .

 

 

 

Celebridades

 

 

Figuras Ilustres, pré-25/4/1974: José Cunha Cardoso ( Delegado de Saúde de Benguela), Homem de elevada filantropia, contribuiu para prolongar a vida de muitos habitantes desta freguesia.

Manuel José Guerra Santos Melo, responsável por: Luz eléctrica; Água Pública;Casa do Povo;Reparação da Capela de Santa Barbara, Igreja Matriz, Cemitério, Escolas.Para além da água ser explorada numa sua propriedade, ainda hoje, quando existe escassez de água, a sua família põe uma torneira de água a correr para toda a povoação.

Pós 25/4/1974:

António Alves Martinho, Deputado na Assembleia da República, em dois mandatos consecutivos. Grande defensor do «Douro» e principalmente dos durienses. Conhecedor das dificuldades destas terras, nunca se escusou a esforços, quer na defesa da melhoria das condições sócio-económicas, quer na defesa dos seus mais elementares direitos. Enquanto deputado na Assembleia da República, fez várias visitas de trabalho à Casa do Douro, bateu-se galhardamente pela sua recuperação económica e pela recuperação da linha de orientação da sua origem, que era a defesa intransigente dos lavradores do douro, seus associados. Foi sempre defensor de uma forte representatividade dos pequenos e médios produtores do douro, nas instituições oficiais, e/ou representantes da «região».Na continuidade desta orientação de defesa, que sua Exª, o senhor Doutor Martinho perfilhou, fez parte da Direcção da Adega Cooperativa de Alijó.

 

Uma das suas paixões - ou não fosse ele uma figura de elevadíssima vontade de igualdade de oportunidades, melhoria do factor social, acesso de todos à educação e à saúde - era o associativismo, como forma aglutinadora do reunir das gentes, do reflectir, do ensinar, do aprender, do divertimento sadio, do desenvolvimento harmonioso da pessoa humana e da maturidade democrática adquirida na mais pura convivência. Assim sendo, pode dizer-se sem receio de qualquer espécie de inverdade, que a ele se deve, a sede do «Grupo Desportivo Cultural e Recreativo de Santa Eugénia. Obra que orgulha todos os concidadãos desta terra, da qual ele foi co-fundador e Presidente vários anos .            

Manuel Adérito Figueira, Vareador do Pelouro de Obras na Câmara Municipal de Alijó. Dotado de uma capacidade de trabalho em prol do bem público, fora do comum, defensor da cultura popular, suas tradições e festas, respeitador dos seus mitos e ritos, a ele se deve, entre muitas outras coisas, a continuidade da «NOSSA FESTA». Foi também Presidente da Assembleia Geral do Grupo Desportivo.

Não posso deixar passar a oportunidade de aqui fazer referência a uma família, composta por: dois irmãos, duas irmãs,sem esquecer aqueles que foram sua origem, ou seja seus pais.

São eles, José dos Santos Varela, sua esposa Dona Alice vilela e seus filhos.

José dos Santos Varela, é para mim uma figura única e ímpar.Nascido há quase um século, teve o amor e inteligência suficientes para mandar Formar os seus quatro(4)filhos legítimos.Estes, por sua vez, prestaram a melhor vassalagem possível aos seus amados pais; como?Sendo todos detentores de uma cultura e Q.I.muito acima da média, e, tão ou mais digno do que isso, sendo todos possuidores de um espirito de solidariedade pouco comum, nos tempos que decorrem.As filhas,Dona Teresa e Dona Ester -  ambas professoras primárias, são inovadoras na forma de ensinar as crianças, deixando para trás tempos de outras «Donas».Foram mesmo pioneiras de uma forma de ensinar(e eu fui seu aluno)justa, profissional e mesmo democrática.Parabéns.Pessoalmente, sempre que os meus professores de ciclo ou licéu, me diziam:Bem aventurado o seu professor(a)da Escoa primária, ou parabéns ao professor(a)que teve na primária, eu respondia:Grato estou à minha professora de Admissão;Prabéns, dou, por tudo quanto me ensinou e por nunca se esquivar ao trabalho de me preparar, quer para o ensino, que para a vida, à Exmª Dona Ester Varela, minha professora de Admissão, que julgo ter aprendido com ela em quatro meses, mais que muitos com outros professores, em quatro anos.

Conheci «Professores», que faziam «bons alunos», daqueles que já iam ensinados, aos outros, nem cartão he passavam.Agora estas Senhoras com S grande, nunca se pouparam a esforços para ensinarem todos os alunos, de acordo com as necessidades de aprendizagem de cada um.

Os filhos, o mais velho - Carlos dos Santos Varela - é um grande empresário, que após encontrar o esterlato que ele próprio e com muito sacrificio soube criar, não esqueceu as suas raízes, vindo investir na sua terra natal, dando-nos autênticos conselhos/lições sob a melhor forma de tirar proveito das terras,enveredando ao mesmo tempo pela constante busca de qualidade.Considero a sua empresa agrícola -Casa Agrícola de Santa Eugénia - uma universidade aberta a toda a região,onde o binómio tradição e inovação, faz reinado.Exemplos destes, mais do que segui-los, devemos apoia-los.Nesta ainda curta história da sua empresa agrícola, já teve o reconhecimento público da qualidade dos seus vinhos, quer "Vinho do Porto", que "V.Q.P.R.D.", ganhando várias medalhas de ouro e de prata.O caminho para a qualidade, inicia-se logo na escolha do terreno, prosseguindo depois pela melhor exposição da cultura, escolha criteriosa das melhores castas,da altitude aconselhada para produção do mosto pretendido(Porto, Espumoso ou V.Q.P.R.D.),acompanhamento permanente do evoluir da cultura(grau de maturação,teor de açucar,capacidade fermentativa,et.),combate de doenças/pragas, até à escolha da rolha e do vasilhame.

O mais novo -José Manuel Vilela Varela - professor de Filosofia,é uma autêntica «enciclopédia», mas,quase permanentemente aberta e ao dispor do Povo.É vê-lo irradiando a maior das felicidades, sempre que se apercebe que está a contribuir para o avanço destas gentes. Devemos afirmar, antes que nos esqueçamos, que ele trava essa profiláxia há  muitos e longos anos.´Há sem duvida pessoas - embora raras -que nascem não sei com que bichicho, que só lhes puxa para fazerem bem. Julgo poder até dizer, que isso é a sua maior felicidade.Eu nunca me cansaria de ouvir, cada conversa com ele equivale a muitas horas de estudos/experiências, com a vantagem de não acontecerem erróneas interpretações ou detorpados conhecimentos que o nevoeiro da minha ignorância pode ocultar.Cada «discussão» com ele, é uma viagem à terra do conhecimento, sem medo do «Pecado original».

 

 

Sem prejuízo das outras terras, tem contribuído enquanto Vareador do Pelouro das Obras da C.M. de Alijó, para o desenvolvimento do património edificado e do bem estar dos habitantes desta freguesia. A ele se deve em grande parte a continuidade da existência do Centro Social.     

Elias Martins Eiras, Presidente da Junta de Freguesia. É uma pessoa que eu, José Nogueira dos Reis, particularmente admiro. Tem uma capacidade inata para a resolução de problemas, uma perspicácia enorme para o social e uma rara vontade de servir os seus concidadãos. Começou ainda muito novo  a «Apertar o Próprio Cinto», isto é: Por necessidade e por seu próprio ser, ganhou para ele próprio desde a mais tenra idade. Ainda não devia ter 18 anos quando imigrou para França. Aqui teve a oportunidade de conhecer outras gentes e outras culturas. Sendo um homem com uma abertura e predisposição para aprender, a variedade de cargos, situações de trabalho, contacto com várias culturas, e, um Q.I. que considero acima da média, deram lhe , melhor, proporcionaram-lhe uma aquisição de competências, que se fossem certificadas estariam muito acima do que ele próprio imagina. 

 

José Nogueira dos Reis, figura de elevada filantropia,  contribuiu fortemente para o desenvolvimento cultural das gentes desta freguesia desde os jovens, aos adultos homem de um só caracter, de um só ser, fosse qual fosse a fase da vida por que estivesse a passar. Foi fundador e co fundador de todas as associações culturais, de solidariedade, associativas, desportivas e/ou recreativas. Refundou o teatro, deu educação a adultos, foi promotor cultural, fundador ( nesta freguesia ) do partido socialista, tendo contudo, sempre presente o desenvolvimento, independência e afirmação destas gentes. Homem de uma simplicidade fora do comum, aparecia e desaparecia, quase sem se dar por ele!!. Pessoa sempre pronta a compartilhar o seu conhecimento, nunca se esquivou a dar uma boa e útil informação, a procurar ele próprio informar-se para informar. Fruto do seu avanço, quer para a época, quer em relação aos seus conterrâneos, trilhou caminhos amargos, que só a ele prejudicaram, mas, que lhe serviram de ensinamento para segurar a queda de outros. Julgo mesmo, que o seu maior inimigo, foi o seu avanço. Para se saber um pouco mais de este«SENHOR», VISITEM OS SEUS SITES, e, deêm uma vista de olhos pelo se suscinto curriculum, que aqui vos apresento:

Sites de José Nogueira dos Reis:

http://nogueirareis.tripod.com; http://nogueirareis.tripod.com/alijo; http://nogueirareis.tripod.com/santaeugenia; http://reis19.tripod.com; http://reis19.tripod.com/jnr;

http://sportigvila-real.tripod.com ; http://sportigvila-real.tripod.com/santaeugenia;

http://sportingvila-real.tripod.com/jnreis ; http://sportingvila-real.tripod.com/historia ; http://sportingsantaeugenia.tripod.com ;

http://sportingsantaeugenia.tripod.com/jnreis ; http://sporting9.tripod.com ; http://jnreis.tripod.com.br/jnreis

http://josereis.tripod.com ; http://josereis.tripod.com/reis ; http://josereis1.tripod.com ; http://josereis1.tripod.com/josnogueiradosreis http://reis19.tripod.com/rnj;http://reis19.tripod.com/reis19; http://jose727.tripod.com;http://hipyreis.tripod.com; http://josereis.planetaclix.pt;http://josereis.planetaclix.pt/reis;http://josereis.planetaclix.pt/1.html;http://josereis.planetaclix.pt/2.html; http://josereis.planetaclix.pt/3.html; http://josereis.planetacix.pt/4.html; http://josereis.planetaclix.pt/5.html; http://josereis.planetaclix.pt/Pessoal; http://josereis.planetaclix.pt/J.N.Reis.html; http://rjn.planetaclix.pt/index.html; http://rjn.planetaclix.pt/1.html; http://HipyReis.tripod.com/TituloPessoal; http://jose727.tripod.com/TituloPessoal; http://juntafreguesia.tripod.com; http://santaeugenia.tripod.com. 

José Nogueira dos Reis 

Rua da Barreira Nº 12

 

Santa Eugénia

5070-411

   

José Nogueira dos Reis 


 

  Habilitações Académicas2º Ano do Curso ComplementarPortuguês, exame ADOC (Faculdade de Letras no Porto )Formação ProfissionalCurso de Primeiros socorros Secretaria de Estado da Segurança Social e Prevenção no TrabalhoCurso de Jovem Empresário Agrícola Ministério da AgriculturaCurso de Aquisição de Competências Sócio Profissionais (POEFDS ) Sendo constituído por duas partes: Uma de Formação teórica com duração de 492horas, estando incluídas 120horas de informática, ministradas pelo Exmº Doutor António Mansilha; e a outra, de Formação Prática com duração de 168horas, correspondendo a um estágio, na entidade Junta de Freguesia Stª. Eugénia, que se está a prolongar desde Janeiro até à data. Exercendo as Funções de Toda a Parte Administrativa, Atendimento ao Público, ensaios, debates, levantamentos Sócio Culturais, Patrimoniais, Históricos, Estudos, Planos e Objectivos, requerimentos para todas e quaisquer Repartições(como por ex.: Pedidos de Licença de plantio, reconstituições, certidões de teor, apoio telefónico, contagem de tempo para ex-combatentes, subsídios agrícolas, declaração de transporte de produtos agrícolas, de residência, de posse, de condição económica, de vida, etc. etc.), buscas na Internet. Uma espécie de «Loja do cidadão», mas, com um só «funcionário polivalente», um verdadeiro gabinete de apoio ao munícipe.Formação EspecíficaLeitor Cobrador
 

 

 

 

 

Habilitações Académicas2º Ano do Curso ComplementarPortuguês, exame ADOC (Faculdade de Letras no Porto )Formação ProfissionalCurso de Primeiros socorros - Secretaria de Estado da Segurança Social e Prevenção no TrabalhoCurso de Jovem Empresário Agrícola - Ministério da AgriculturaCurso de Aquisição de Competências Sócio - Profissionais (POEFDS ) - Sendo constituído por duas partes: Uma de Formação teórica com duração de 492horas, estando incluídas 120horas de informática, ministradas pelo Exmº Doutor António Mansilha; e a outra, de Formação Prática com duração de 168horas, correspondendo a um estágio, na entidade Junta de Freguesia Stª. Eugénia, que se está a prolongar desde Janeiro até à data. Exercendo as Funções de Toda a Parte Administrativa, Atendimento ao Público, ensaios, debates, levantamentos Sócio - Culturais, Patrimoniais, Históricos, Estudos, Planos e Objectivos, requerimentos para todas e quaisquer Repartições(como por ex.: Pedidos de Licença de plantio, reconstituições, certidões de teor, apoio telefónico, contagem de tempo para ex-combatentes, subsídios agrícolas, declaração de transporte de produtos agrícolas, de residência, de posse, de condição económica, de vida, etc. etc.), buscas na Internet. Uma espécie de "Loja do cidadão", mas, com um só "funcionário polivalente", um verdadeiro gabinete de apoio ao munícipe. Formação EspecíficaLeitor - CobradorTécnico - Classificador de VinhasAnimação - CulturalPromoção - CulturalLevantamento de Prédios RústicosRecenseamento Geral AgrícolaCensosPrevidência - Social, direitos, deveres, legislação e novos documentosImobiliáriaVindima, transporte, legislação e fiscalizaçãoFormação Autarca - Autarcas, Autarquias, Municípios e MunícipesFormação Autarca - Protecção CivilColóquios, Retiros e Fóruns 2 de 1 semana cada 1 - Seminário de Vila-Real(Padre Feitor Pinto ), incluía temas como: Historial do Cristianismo e das Religiões mais significativas; Cristianismo, outras religiões e liberdade de culto; Igreja e Estado; O cri..b..

 

 

Habilitações Académicas

2º Ano do Curso Complementar

Português, exame ADOC (Faculdade de Letras no Porto )

Formação Profissional

Profissional

Curso de Primeiros socorros Secretaria de Estado da Segurança

Social e Prevenção no Trabalho

Curso de Jovem Empresário Agrícola Ministério da Agricultura

Curso de Aquisição de Competências Sócio Profissionais (POEFDS ) Sendo constituído por duas partes: 

Uma de Formação teórica com duração de 492horas, estando incluídas 120horas de informática, ministradas pelo 

Exmº Doutor António Mansilha; e a outra, de Formação Prática com

duração de 168horas, correspondendo a um 

estágio, na entidade Junta de Freguesia Stª. Eugénia, que se está a

prolongar desde Janeiro até à data. Exercendo as 

Funções de Toda a Parte Administrativa, Atendimento ao Público,

ensaios, debates, levantamentos Sócio Culturais,

 Patrimoniais, Históricos, Estudos, Planos e Objectivos, requerimentos

 para todas e quaisquer Repartições(como por 

ex.: Pedidos de Licença de plantio, reconstituições, certidões de teor,

apoio telefónico, contagem de tempo para 

ex-combatentes, subsídios agrícolas, declaração de transporte de

produtos agrícolas, de residência, de posse, de 

condição económica, de vida, etc. etc.), buscas na Internet. Uma

espécie de «Loja do cidadão», mas, com um só

 «funcionário polivalente», um verdadeiro gabinete de apoio ao munícipe.

Formação Específica

Leitor Cobrador

Técnico Classificador de Vinhas

Animação Cultural

Promoção Cultural

Levantamento de Prédios Rústicos

Recenseamento Geral Agrícola

Censos

Previdência Social, direitos, deveres, legislação e novos documentos

Imobiliária

Técnico colhedor/classificador de frutos(Min.Agric.Francês)

Vindima, transporte, legislação e fiscalização

Formação Autarca Autarcas, Autarquias, Municípios e Munícipes

Formação Autarca Protecção Civil

Colóquios, Retiros e Fóruns

2 de 1 semana cada 1 Seminário de Vila-Real(Padre Feitor Pinto ),

incluía temas como: Historial do 

Cristianismo e das Religiões mais significativas; Cristianismo, outras

religiões e liberdade de culto; Igreja

 e Estado; O cristão e a sociedade contemporânea; Paz, guerra, direitos

universais do homem, 

Objectores de consciência , solidariedade e mecenato; Idealismo e

Materialismo; Cristianismo e Marxismo.

Experiência Profissional

2002

Estágio na Junta de Freguesia de Santa Eugénia

 

2001

Censos

2000

Leitor de contadores eléctricos EDP(concelho de Alijó, Sabrosa e

Murça )

1999

Escriturário Norte Frangos

1998

Vendedor Norte Frangos

1997

Vendedor Monteiro & Filhos

1996

Técnico Classificador de Vinhas (ENDEM, Instituto do vinho e da vinha )

1995

Promotor Cultural Grupo Desportivo Cultural e Recreativo de

StªEugénia

1994

Técnico de Armazém (Exportação ) Moto Meter

1993

  Imobiliária -  ( Madrid )

1992

  Mordomo -  ( Madrid )

1991

Barman ( Madrid ); Censos

 

DE 1977 a 1992

Fui Empresário Agrícola, embora, por vezes, acumulasse com

outras funções

1987

Recenseamento Geral Agrícola

DE 1984 a 1986

Mediador de Seguros Eagle Star

De 1979 a 1981

Educador de Adultos Ministério da Educação

1973

Levantamento de Propriedades Agrícolas Ministério das Finanças

DE 1972 a 1973

Escriturário Colégio Nossa Senhora da Boavista ( Vila Real )

De 1970 a 1972

Escriturário Casa do Povo de Santa Eugénia

  Outras Actividades

Teatro Autor, Co encenador e Actor

Co Fundador do Centro Cultural e Recreativo de StªEugénia

Co Fundador do Grupo Desportivo Cultural e Recreativo de

 StªEugénia

Co Fundador do Centro Social de StªEugénia

Direcção da Casa do Povo de StªEugénia

Assembleia                    

Candidato a Assembleia de Freguesia

Candidato a Assembleia Municipal

Deputado da Assembleia Municipal

                      de Freguesia

Militante de Partido Político

Sócio dos Bombeiros Voluntários de Alijó

                      G.D.C.R.StªEugénia

                      Cento Social        

Cooperador do Funcionário/Encarregado do Grémio dos Viniticultores

                                                     dos CTT

                      Estafeta dos CTT ( Carteiro )

Explicador

Participação em Torneios de Damas e Xadrez

Participação na 1ªVinord ( 3º Lugar Canções )

Participação no 1º FITEI ( Festival de Teatro de Expressão Ibérica )

Atleta de Futebol

Membro de Mesas da Assembleia de voto; Inclusive 16/12/2001 e

 17/03/2002

Organização de várias excursões:

Santarém

Braga

Castelo Branco

Mirandela

Santiago de Compostela

Membro do Grupo Cristão «Oásis»

Delegado Político

Encontros de Municípios

Participei em várias iniciativas do INATEL

Co Fundador da Associação de ovinos e caprinos de Vila Real

e Bragança

1968 Fundei e Redigi um jornal de turma (Gomes Teixeira)

1970 Co Fundador do Jornal menor, «O Plátano»

1974 - Participei Activamente nas campanhas de «Politização»

« Capacidade para o Dia a Dia

Contratos

Conceito de Contrato Regulamento Geral Forma que devem Revestir Aspectos a Considerar Quando se Pretende Celebrar um Contrato Tipos de Cotrato que com maior ou menor dificuldade sei Redigir Contrato-Promessa Contrato de Compra e Venda Compra e Venda de Prédio Rústico Compra e Venda de Prédio Misto Compra e Venda de Prédio Urbano Declaração de Consentimento de Venda Compra e Venda com Reserva de Propriedade Compra e Venda com Cláusula de Preferência Vendas a Prestações Compra e Venda e Locação Fianceira Contrato de Sociedade Constituição de Sociedade Anónima Constituição de Sociedade por Quotas Constituição de Sociedade em Nome Colectivo Constituição de Sociedade em Comandita Aumento de Capital Aumento de Capital e Entrada de Novos Sócios Aumento de Capital por Incorporação de Reserva e em Numerário Transformação de Sociedade por quotas em Anónima e Aumento de Capital Dissolução Cessão de Quotas Cessão de Quotas e Alteração ao Pacto de Sociedade Fundo de Pensões Agência Distribuição Consórcio Trespasse de Estabelecimento Comercial Cessão de Exploração Cessão de Créditos Empréstimo Arrendamento Urbano Contrato de Arrendamento Habitacional Arrendamento Habitacional de Duração Limitada Arrendamento Comercial Arrendamento Rural Subarrendamento Doação Doação por Conta da Legítima e com Reserva de Usufruto Doação por Força da Quota Disponível e com Condição Dispensa de Colação Permuta Usufruto Compra e Venda de Usufruto Renúncia ao Usufruto Servidão Constituição de Propriedade Horizontal Estatutos de Condomínio Prestação de Serviços Contrato de Prestação de Serviços Empreitada Contrato de Trabalho Contrato de Trabalho a Termo Certo Contrato de Trabalho a Termo Incerto Contrato de Trabalho Sem Termo Formação Profissional Contrato de Edição ou de Publicação Contrato de Fornecimento de Equipamento Informático e Assistência e Manutenção Técnica Assistência Técnica de Software e Hardware Compb

 

 

  • Conceito de Contrato
  • Regulamento Geral
  • Forma que devem Revestir
  • Aspectos a Considerar Quando se Pretende Celebrar um
  • Contrato
  • Tipos de Cotrato que com maior ou menor dificuldade sei
  • redigir
  • Contrato-Promessa
  • Contrato de Compra e Venda
  • Compra e Venda de Prédio Rústico
  • Compra e Venda de Prédio Misto
  • Compra e Venda de Prédio Urbano
  • Declaração de Consentimento de Venda
  • Compra e Venda com Reserva de Propriedade
  • Compra e Venda com Cláusula de Preferência
  • Vendas a Prestações
  • Compra e Venda e Locação Financeira
  • Contrato de Sociedade
  • Constituição de Sociedade Anónima
  • Constituição de Sociedade por Quotas
  • Constituição de Sociedade em Nome Colectivo
  • Constituição de Sociedade em Comandita
  • Aumento de Capital
  • Aumento de Capital e Entrada de Novos Sócios
  • Aumento de Capital por Incorporação de Reserva e em
  • Numerário
  • Transformação de Sociedade por quotas em Anónima e
  • Aumento de Capital
  • Dissolução
  • Cessão de Quotas
  • Cessão de Quotas e Alteração ao Pacto de Sociedade
  • Fundo de Pensões
  • Agência
  • Distribuição
  • Consórcio
  • Trespasse de Estabelecimento Comercial
  • Cessão de Exploração
  • Cessão de Créditos
  • Empréstimo
  • Arrendamento Urbano
  • Contrato de Arrendamento Habitacional
  • Arrendamento Habitacional de Duração Limitada
  • Arrendamento Comercial
  • Arrendamento Rural
  • Subarrendamento
  • Doação
  • Doação por Conta da Legítima e com Reserva de Usufruto
  • Doação por Força da Quota Disponível e com Condição
  • Dispensa de Colação
  • Permuta
  • Usufruto
  • Compra e Venda de Usufruto
  • Renúncia ao Usufruto
  • Servidão
  • Constituição de Propriedade Horizontal
  • Estatutos de Condomínio
  • Prestação de Serviços
  • Contrato de Prestação de Serviços
  • Empreitada
  • Contrato de Trabalho
  • Contrato de Trabalho a Termo Certo
  • Contrato de Trabalho a Termo Incerto
  • Contrato de Trabalho Sem Termo
  • Formação Profissional
  • Contrato de Edição ou de Publicação
  • Contrato de Fornecimento de Equipamento Informático
  • e Assistência e Manutenção Técnica
  • Assistência Técnica de Software e Hardware
  • Compra e Venda de Equipamento Informático
  • Manutenção de Equipamento Informático
  • Aluguer de Veículos sem Condutor

Requerimentos

·         Conceito de Requerimento

Requerimentos Judiciais

·         Confiança do Processo

·         Desentranhamento de Documentos

·         Desistência de Queixa-Crime

·         Não Oposição à Desistência de Queixa-Crime

·         Extinção da Instância

·         Informação de Mudança de Residência

·         Junção de Guia de Depósito aos Autos

·         Guia de Depósito

·         Junção de Atestado Médico aos Autos (justificação

 de falta)

·         Junção de Procuração aos Autos

·         Pedido de Certidão de Acordo sobre Poder Paternal

e Respectiva Homologação

·         Pedido de Certidão Comprovativa de Sentença

Homologatória de Divórcio

·         Pedido de Escusa pelo Defensor Oficioso

·         Pedido de Prorrogação de prazo

·         Renovação do Pedido de Divórcio

Requerimentos Dirigidos A

Autarquias Locais

·         Pedido de Aprovação de Projecto de Estabelecimentos

 Similares dos Hoteleiros e Estabelecimentos do (grupo B)

·         Pedido de Autorização para Colocação de Reclames

·         Pedido de Autorização para Colocação de Toldos

·         Pedido de Averbamento de Licença

·         Pedido de Carta de Feirante

·         Pedido de Certidão de Alvará de Habitabilidade

·         Pedido de Certidão de Licença de Habitação e

Ocupação

·         Pedido de Certidão de Recenseamento Militar

·         Pedido de Certidão de Situação Económica

·         Pedido de Certidão de Teor do Auto de Vistoria

·         Pedido de Duplicado de Livrete ou Carta de

Velocípedes C/ou S/Motor

·         Pedido de Vistoria Dirigido dos Serviços

Municipalizados de Águas e Saneamento

·         Pedido de Fotocópia de Atestado de Habitabilidade

·         Pedido de Licença de Caça

·         Pedido de Licença de Construção de Muro

·         Pedido de Licença de Habitabilidade

·         Pedido de Licença de Porta Aberta de Estabelecimento

·         Pedido de Licença de Rampa Fixa

·         Pedido de Licença de Publicidade em Viaturas

·         Pedido de Ligação à Rede Geral de Águas

·         Pedido de Marcação de Exame de Condução de

 Velocípedes C/Motor

·         Pedido de Renovação de Licença de Uso e Porte de

 Arma

·         Requerimento de Vistoria e Posterior Realização de

 Obras

·         Requerimento de Vistoria Dirigido aos Serviços

Municipalizados de Águas e Saneamento

Requerimentos Dirigidos Aos

 Serviços De Administração

Fiscal

·         Pedido de Certidão de Teor Matricial

·         Pedido de Liquidação do Imposto de Selo por

 Publicidade Pintada em Veículos

  • Pedido de Autorização para Instauração de Processo
  • de Liquidação em Concelho Diferente
  • Pedido de Certidão de se Encontrar Assegurado Imposto
  •  Sucessório pela Transmissão de Imóveis por Doação
  • Pedido de Certidão de se Encontrar Assegurado o Imposto
  •  Sucessório pela Transmissão de Imóveis por Sucessão
  • Pedido de Certidão Comprovativa  de Imposto Sucessório
  •  Pago ou Não Devido pela Transmissão de Bens Mobiliários
  • Pedido de Certidão para Efeito de Registo de Automóveis
  • na Conservatória do Registo Automóvel
  • Pedido de Prorrogação de Prazo para Apresentação  de
  • Relação de Bens
  • Pedido de Transferência de Processo para Concelho
  • Diferente
  • Pedido para Depositar a Importância Julgada Necessária
  •  para Garantir o Pagamento do Imposto Devido pelos Bens
  •  Mobiliários
  • Pedido de Depósito do Imposto Provável Relativamente a
  • Veículos Automóveis
  • Pedido de Isenção de Contribuição Autárquica
  • Pedido de Inscrição de Prédio na Matriz
  • Pedido de 2ª Via de Caderneta Predial
  • Pedido de Restituição de Sisa por não se ter Realizado a
  • Compra
  • Pedido de Averbamento de Prédio a Favor de Herdeiro(a)
  • Pedido de Averbamento de Usufruto à Matriz Predial
  • Pedido de Certidão de Prédios Inscritos na Matriz e
  • Respectivos Teores e Valores Tributáveis
  • Pedido de Certidão de Inscrição de Prédio na Matriz
  • Pedido de 2ª Via de Número de Contribuinte

Procurações

·         Conceito de Procuração

·         Forma que devem Revestir

·         Representação de Sociedades e Outras Pessoas

Colectivas

·         Extensão de Poderes Forenses

·         Substabelecimento

·         Revogação de Procurações

·         Minutas

·         Procuração com Poderes Forenses Gerais

·         Procuração com Poderes Forenses Gerais

e os Especiais de Assinar Cheque Judiciais

·         Procuração com Poderes Forenses Gerais

 e os Especiais de Representação na Audiência

Preparatória, com Poderes para Transacionar,

Acordar ou desistir de Pedido ou de Instância

·         Procuração com Poderes Forenses Gerais

 Outorgada por Representante de Junta de

Freguesia

·         Procuração com Poderes Genéricos de

Administração Civil

·         Procuração para Aceitação de Doação

·         Procuração para Aceitação de Hipoteca

Resultante de Acordo de Credores

·         Procuração para Adquirir Propriedades e

Assinar Escrituras

·         Procuração para Compra de Determinado

 Prédio

·         Procuração para Conferir Poderes de Gerência

·         Procuração para Confessar, Desistir ou

Transacionar

·         Procuração para Convocação de Credores

·         Procuração para Dar de Arrendamento um

Determinado Prédio

·         Procuração para fazer Doações

·         Procuração para Inventário

·         Procuração para Levantar Vales Postais e

Actos Similares

·         Procuração para Promover Casamento

·         Procuração para Repúdio de Herança

·         Procuração para Representação na

Conferência de Divórcio

·         Renúncia à Procuração Forense

·         Substabelecimento

E Outros

·         Registo de uma Criança

·         O que fazer para Contraír Casamento

·         Divórcio por Mútuo Consentimento

·         Separação Judicial de Pessoas e Bens

·         Testamentos

·         Assuntos Vários

Actas

·         De Assembleia de Condomínio

·         Para Eleição de Conselho Fiscal

·         De Associações Culturais e Associativas

·         De Instituições de caracter Público e Públicas

·         De Assembleia de Freguesia e Municipal

·         De Executivos Particulares e Públicos

·         Praticamente todas as Respostas a Pedidos às

 Autarquias

·         Carta a enviar à Entidade Patronal para

Concessão de Licença S/Retribuição

·         Carta a Enviar pelos Senhorios aos Inquilinos

para Actualização de Renda

·         Carta a Enviar ao Senhorio aquando do

Falecimento do Arrendatário para Transmissão

do Arrendamento

·         Carta a Pedir Autorização ao Senhorio para

Realização de Obras

·         Cessação do Contrato de Trabalho por Acordo

·         Comunicação por Denúncia do Contrato de

Trabalho a Termo Certo/incerto

·         Comunicação para Rescisão do Contrato de

Trabalho com Aviso Prévio

·         Comunicação para Revogação unilateral do

 contrato Durante o Período Experimental

·         Declaração de Autorização de Saída do País

de Menores não Acompanhados dos Pais

·         Declaração que Autoriza a Utilização de

Automóvel de Outrém para Transpor a Fronteira

·         Declaração de Quitação

·         Procedimentos a Adoptar por Entidades que

 se Dedicam a Actividades Comerciais

·         Publicação no Diário da República

·         Escrituras

·         Actas

·         Convocatórias

Formalidades Após O

Falecimento

·         Processo Sucessório Fiscal

·         Habilitação Notarial de Herdeiros

Documentos Dirigidos À

Casa do Douro

E/ou Ao Plantio da Vinha

q        Pedidos de Autorização de Benefício

q        Pedidos de Reclassificação de Castas,

Terreno, Exposição, Inclinação, Altitude,

q        Etc.

q        Pedidos de Recontagem de Videiras,

Bacelos e Percentagem de Falhas.

q        Etc.

Documentos Dirigidos Ao

Plantio da Vinha

(Instituto da Vinha e do

Vinho)

q        Pedido de Licença de Plantação

q        Pedido de Transferência de Bacelos

q        Pedido de Reconstituição

q        Pedido de Análise do Terreno

q        Etc.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

2- População

Habitantes-511

  Residentes-HM-410-H-191,( com mais de 18 anos);

Eleitores inscritos : 480 ( compreendidos entre os n.º 3 e 711) ;

Famílias-191

Alojamentos-223

Edificios-215

No reinado de D.Sancho II, Santa Eugénia, fazia parte do concelho de Alijó;

Em 1258, nas Inquisições de D.Afonso III, Aparece no concelho de Murça.

Em 1269, D.Afonso III, ao confirmar o foral de seu irmão, dado a Alijó, ainda inclui de forma condicional, Santa Eugénia no concelho de Alijó.

A verdade é que no recenseamento de 1530, (reinado de D.João III), Aparece no concelho de Murça.Só regressou a Alijó com a reforma administrativa de 1853.

População e sua distribuição por sexos

Actualmente, StªEugénia, tem cerca de 520 habitantes, dos quais 410 são nela residentes; Assim distribuídos por sexo: Homens- 191 ;

Mulheres- 219

  População existente em 1801

Em 1801, segundo consulta efectuada na Biblioteca Municipal de Vila-Real, já existiam 618 habitantes em 118 edifícios, dos quais, 265 eram do sexo feminino.

Em 1849, existiam 417 habitantes em 140 fogos(edifícios, melhor, famílias).

Desenvolvimento Económico

O Sector Primário, é o mais importante. Produção de vinho do porto, moscatel, consumo, champanhe e Azeite.Tem aprox.uma área de 600ha com autorização de beneficio; a industria de transformação de azeitona, também tem significado. A «Casa Agrícola», empresa agrícola, dedicada à produção, transformação e comercio, é a maior produtora de riqueza, oferta de mão de obra e desenvolvimento técnico. Pela sua capacidade de inovação, predisposição para a ciência, sucesso e novas práticas adaptadas ao tradicional, é um caso a ter em conta, um exemplo a seguir, e, julgo que deveria ser divulgada e apoiada pelas instituições com responsabilidades governamentais, apresentando-a como «modelo» de práticas a seguir;Estou convencido de que é com medidas assim, mostrando e aconselhando o que há de bom, que esta região se desenvolve. A «Casa Agrícola», está sediada no Largo da Fonte, com o telf. 259646174

Casais agrícolas de maior dimensão, e, consequentemente, de maior utilização de mão de obra: Casal «Santos Melo», casal «Malheiro», «Casa agrícola», «Reconco», «Herdeiros de Dr.Ernesto Morais ou Dona Maria da Hora Teixeira de Carvalho».

 

Desenvolvimento e Turismo

 

O turismo, só está a dar os primeiros passos na região duriense. É uma certeza o seu sucesso futuro. Este «atraso», teve inconvenientes  e  benefícios. Os inconvenientes reflectem-se  ao nível da consequente menor riqueza adquirida, duma menor rede de infra-estruturas hoteleiras, viárias, de comunicação, etc.

Os benefícios, reflectem-se na «virgindade» das suas terras, paisagens, costumes, etc. Pode hoje investir-se no turismo de uma forma mais consciente, sem, como aconteceu em tantos sítios, destruir tudo à sua volta, desde o ambiente ao ar, desde as paisagens à água.

Contudo, aqui em StªEugénia, o turismo, especialmente o Turismo Rural, é já uma realidade.   

Acção Social

 

A cargo da Associação Social Cultural e Recreativa, com sede na rua da Veiga.

Turismo

 

Café Areias; Café Grande Ponto; Turismo Rural Reconco. O admirador e apreciador do que de melhor tem este lugar paradisíaco, que  pretender pernoitar em StªEugénia, apreciar devidamente os seus manjares, saborear as suas delicias, confraternizar nas suas festas, deixar-se envolver pelos seus famosos «néctares», conhecer por dentro as suas lendas, mitos e tradições, sentir na alma a força dos seus costumes, pode fazê-lo na quinta do Reconco, onde o espera um atendimento simples mas personalizado,  podendo usufruir das suas instalações, que comportam uma suite, cinco quartos, uma sala de refeições, uma sala de estar, uma sala de bilhar, uma piscina, um court de ténis, aquecimento central e televisão em todos os quartos. Neste local, podem ser apreciados todos os pratos típicos e regionais, degustados os petiscos destas paragens, saboreados os seus bolos, toda a sua rica doçaria, a enorme variedade do seu «fumeiro». Tudo isto pode ser acompanhado dos melhores vinhos, vendo directamente quer as vinhas que os produzem, quer o efectuar dos granjeios, quer, se for época disso, a sua laboração.

Nos cafés referidos anteriormente, pode também apreciar toda a espécie de bebidas, divertir-se com os tradicionais jogos transmontanos-durienses, no mais fraterno sadio e alegre convívio.      

 

Desporto, Recreio e Lazer

 

Desporto -  outrora, fruto de uma intensa actividade, com enorme orgulho e palmarés, encontra-se hoje, porém, sem qualquer actividade, e, diria mesmo votado ao abandono Apesar de no corrente ano e já de algum tempo a esta parte, não haver prática de nenhum desporto em Santa Eugénia, já existiram no passado algumas modalidades nesta Freguesia, a saber: Futebol de onze com o Grupo Desportivo, Cultural e Recreativo a figurar durante algum tempo na tabela da 2ª Divisão Regional Zona Norte. Futebol de 5 com organização de vários torneios maioritariamente para os jovens e durante o verão, com várias participações de algumas equipas em competições organizadas em Alijó, no Pavilhão Gimnodesportivo, e, por último Atletismo onde chegaram a existir na Freguesia vários atletas que, apesar de não pertencerem ou estarem filiados em clube algum, tiveram várias participações em algumas provas Distritais e Regionais, sem no entanto obterem grandes resultados.

Assim, não havendo nos dias de hoje, nenhum desporto  na Freguesia, existem no entanto os equipamentos que podem possibilitar a prática de alguns. Esses equipamentos são. UM(1) campo de futebol pelado mas com os respectivos balneários; um(1) polidesportivo a céu aberto que foi cedido ao Grupo Desportivo pela Junta de Freguesia; por fim, a sede desta mesma colectividade G.D.C.R.- que apesar de não estar equipada convenientemente para actividades desportivas, pode por ser bastante ampla,  possibilitar a prática de vários desportos, para além de já possuir mesas de Ténis de mesa e Bilhares.

Quero acrescentar, que o desporto, principalmente o futebol, era um factor de enorme orgulho destas gentes. É vê-los, com um exuberante brilho nos olhos, quanto relatam feitos e resultados de outrora.

Com que alegria nos narram, que foram Campeões sem derrotas do I.N.A .T.E.L. distrital. Julgo que o futebol, é um factor de fixação dos nativos desta aldeia, e, não entendo como foi possível o seu enterro (não consigo apelida-lo de outro nome).

Eu, José Nogueira dos Reis, fui co - fundador do «Centro Cultural e Recreativo» e co-fundador do actual «Grupo Desportivo Cultural e Recreativo»,Director desportivo atleta, sou natural e residente,   sei o sentir e o sofrer desta gente, pelo «enterro»(não posso apelidá-lo de outra coisa), do seu(deles e meu)querido e distrainte futebol. Pouco têm, os residentes desta aldeia, que lhe permita passar com o mínimo de alegria, os feriados e Domingos. Se não forem à «bola», só se forem emborrachar-se!!!

Não lhe destruam o pouco que têm, e, não abalem o seu orgulho. Por favor, dêem-lhe mais, não lhe extorquem o escasso que possuem. Contribuam para que eles se fixem no local onde nasceram, não provoquem a sua «emigração», principalmente, se esta se escrever com e !!!

Nunca se esqueçam que cada emigrante é uma luz que se apaga na iluminação criadora de riqueza do seu país.     

.

 

Recreio -  É bastante intenso, quer praticado neste próprio local, quer procurado noutras paragens; esta gente trabalhadora, é também votada ao divertimento e ao «bom viver».

Lazer -  Sendo as férias uma preciosidade rara, só ao alcance de uns poucos,  não obstante o seu merecimento, é aos «Fins-de semana», que se torna mais acentuado, procurando essencialmente piscinas e rios, essencialmente no período de verão.

Tradições

Provérbios, cantares, cultos, lendas, etc. com tradição em todo o «Douro» e «Trás-os-Montes», têm também aqui forte tradição e significado.

Lendas

  Específica de StªEugénia Esta aldeia, tem um «Topónimo», e,  uma «Padroeira», distinta do topónimo, porquê?

Reza a lenda, que o topónimo, deriva do grego:

Santa Eugénia


EUGENIA

EugeneioV, eugeneia (eugéneios, eugéneia) es un adjetivo griego del que derivan los nombres de Eugenio y Eugenia, y significa bien nacido, bien nacida, de buen linaje, de buena índole, noble. Fue en griego y sigue siendo en sus traducciones, uno de los mejores elogios que se suelen hacer de una persona. Con él se expresan las cualidades innatas, las que forman parte de la naturaleza de cada uno, aquellas con las que ha nacido. El prefijo eu (eu) significa "bien", y geneioV (géneios) geneia (géneia) significa "engendrado, engendrada"; con lo que el significado primitivo de este nombre es "bien engendrada". Se utilizó mucho, no sólo en el griego clásico, sino también en la coiné como sobrenombre elogioso, designando especialmente la nobleza de espíritu, y de ahí pasó a convertirse en nombre propio cuya fuerza y belleza seduce a cuantos conocen su significado.

Santa Eugenia mártir de los primeros tiempos de la Iglesia. Su culto estuvo muy extendido desde los primeros siglos. La patrística cita el dístico que desde el siglo IV figuraba en la iglesia de san Avito: Eugeniae dudum toto celebérrima mundo / fama fuit, dum dat Christi pro nómine vita. (La fama de Eugenia fue célebre en todo el mundo porque dio la vida por el nombre de Cristo.) Con ser tan grande su celebridad, son escasos los datos biográficos que de ella se conservan. Cuenta la tradición que era Eugenia hija de Felipe, el prefecto de Alejandría que luego fue obispo de esta ciudad y sufrió el martirio. Cuenta asimismo que los santos Proto y Jacinto, que también sufrieron martirio, eran esclavos suyos. Fue ella misma quien les transmitió la fe en Cristo. También ella sufrió persecución y fue sometida a suplicio y muerte detrás de sus esclavos.

Las Eugenias celebran su onomástica el 11 de septiembre; pueden optar también por celebrarla el 3 de enero, en que se conmemora el martirio de santa Eugenia de África; o el 26 de marzo, conmemoración del martirio de santa Eugenia de Córdoba (Marmolejo), víctima de la persecución sarracena el año 923. En cuanto a la forma masculina de este nombre, ha sido también sumamente apreciada: dieciocho santos, entre ellos cuatro papas, lo llevaron. Se llamaron también Eugenio un emperador romano, siete reyes de Escocia y varios príncipes de casas europeas. Pero nadie como la emperatriz Eugenia dio lustre a este nombre. Nació en Granada (1826) y murió en Madrid en 1920. Vivió casi un siglo. Fue emperatriz de los franceses. Su apoyo al proyecto del canal de Suez fue decisivo.

Es el de Eugenia un nombre lleno de fuerza, que emana de su propio significado. Los nombres, como creían nuestros antepasados, tienen cada uno su propia virtud, y actúan como un talismán. El de Eugenia sabemos en qué dirección actúa: empuja a quienes lo llevan a ser coherentes con su nombre y a cultivar la nobleza de espíritu, la magnanimidad, la confianza en las propias fuerzas y toda la virtud que emana del mismo nombre; fuerza y virtud que han ido incrementando cada una de las grandes mujeres que lo han llevado. Por ello las Eugenias pueden legítimamente sentirse orgullosas de su nombre y llevarlo como salvaguarda de la nobleza de espíritu que con él pregonan. ¡Felicidades !

http://manuelalvesareis.planetaclix.pt


 

E a Padroeira, de uma «Lenda»!!??

Diz-se , que «Santa Barbara», Padroeira desta freguesia, costumava ser,  injusta, brutalmente, e, mesmo «brutamente», castigada por seu pai; de tal forma que uma certa vez, ele se  dirigiu para a filha, com  o determinado propósito de a partir ao meio com um «machado». Deus, acudindo em defesa de StªBarbara, no momento preciso em que o pai de «Barbara», ia a desferir o mortal golpe, enviou um raio de trovão.«Barbara, apercebendo-se do acontecido, pediu a Deus que lhe perdoasse. Então, o raio, apenas desfez o machado em mil pedaços, poupando o «carrasco».A partir daí, «Barbara», passou a santa, e, foi-lhe facultado o poder sobre as trovoadas. Devido a tal facto, as gentes deste local, entregaram o seu coração a «Eugénia», dando-lhe o nome da sua morada; a sua protecção, a «Barbara», que segundo eles, ainda hoje os vigia e protege do alto do monte com o seu nome (Cabeço de Santa Barbara).

Artesanato

  Cestaria(Mestre,  senhor João Eiras); Tamancos ( Mestre, senhor José de Jesus Baptista) ;  Material utilizado: Pau de Amieiro e Castanho.

Brinquedos Tradicionais: A «Carroça»

 

Autor

José Nogueira dos Reis

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